quarta-feira, 28 de outubro de 2015

BRINCADEIRAS AFRICANAS E BRINCADEIRAS INDÍGENAS: ED. INFANTIL E ANOS INICIAIS

BRINCADEIRAS AFRICANAS
1. LABIRINTO- Desenho de labirinto no chão com giz. Tirar par ou ímpar. Cada vez que ganhar avança até parte reta do labirinto. Ganha quem chegar primeiro.

2. PULAR ELÁSTICO

3. JOGO DA MANCALA
            É um milenar jogo africano que pode ser encontrado em diferentes países do continente. Seu nome, bem como suas regras, podem variar de um local para o outro, mas a dinâmica é sempre a mesma. Inspirado nas tarefas agrícolas de semeadura e colheita o jogo da Mancala se revela como um jogo estratégico e inteligente. Para confeccionar seu tabuleiro com materiais simples basta utilizar um caixa de ovos e recortar duas fileiras com 6 cavas cada. As regras básicas são as seguintes: cada jogador iniciará a partida com 24 feijões distribuídos igualmente pelas suas 6 cavas. Para decidir quem iniciará a partida os jogadores deverão tirar par ou ímpar. O jogador que iniciar deverá tirar os 4 feijões(ou outro material) de sua cava e distribuir (semear) nas suas cavas. No entanto, é preciso que pelo menos um de seus feijões seja semeado em uma cava do adversário. O jogo termina quando um jogador não tiver feijões suficientes para semear até a cava do adversário. Nesse momento, contam-se os feijões que cada um colheu e aquele que tiver colhido o maior número de feijões ganhou o jogo.

Original
Adaptado

BRINCADEIRAS INDÍGENAS
1. A CORRIDA DO SACI
            Trace uma linha na terra ou na areia para definir o local de largada e outra, a uns 100 metros de distância, para definir a meta a ser atingida. O participante deverá correr em um só pé, sem poder trocar durante a corrida. Quem conseguir ultrapassar a linha da meta ou chegar mais longe é o vencedor.

2. SOL E LUA - PASSARÁ DE BOMBARÉ.
            Crianças dispostas em coluna por um, segurando na cintura do que está à frente. Duas outras crianças, representando o SOL E A LUA, fazem uma "ponte", mantendo as mãos dadas acima. Cantando, as crianças passam sob a ponte várias vezes. Numa das vezes o Sol e a Lua prendem o último ou os dois últimos. Perguntam-lhe para que lado querem ir. A criança escolhe e vai colocar-se atrás do Sol ou da Lua. E assim continuam até terminar. Quando todas as crianças passam, têm-se dois partidos.     

3. PIÃO DE LIMÃO- ganha quem o pião ficar rodando mais tempo.

4. COQUITA
            Já assistiu ao Chaves? Lembra que ele passava horas tentando acertar uma latinha dentro de um galho? Esse brinquedo é conhecido, hoje, como bilboquê, mas os índios o chamam de coquita - e, claro, usam elementos da natureza para confeccioná-lo.
            O nome do jogo surgiu porque eles utilizam a coquita, uma semente que parece um sino, para criar o brinquedo. Na ponta mais fina da semente, amarra-se um barbante com um pequeno cabo de madeira. A brincadeira consiste em jogar a coquita pra cima e tentar equilibrar sua parte mais grossa no pau. Na falta de uma semente desse tipo, você pode usar o gargalo de uma garrafa PET velha para brincar. Que tal? 

5. KADJÓT- CAMA DE GATO

Colaboração: CP

CONTO AFRICANO E INTERPRETAÇÃO: POR QUE A GALINHA D'ANGOLA TEM PINTAS BRANCAS? / 4º e 5º Anos

1)       CONTO AFRICANO:

POR QUE A GALINHA D'ANGOLA TEM PINTAS BRANCAS?

            Os mais antigos contam que esta história aconteceu durante uma das piores secas ocorridas nas savanas, ao Sul da África.
            O sol forte castigava todos os seres vivos: plantas e animais.
            Logo os rios e lagos secaram, aumentando o sofrimento. O calor abria rachas no solo e levantava uma grossa poeira que borrava de cinza o céu borrado de azul.
            Os habitantes dos vilarejos, desnorteados, fugiram para as montanhas rogando por chuvas, mas não havia prece que desse jeito na calamidade.
            Um dia, porém, uma mancha escura despontou no horizonte. Todos ficaram alegres. Sinal de que as chuvas estavam se aproximando, mas um elefante desengonçado atrapalhou tudo, afugentando a nuvem.
            A galinha-d'angola que, naquela época, além de uma crista avermelhada no alto da cabeça, tinha as penas inteiramente pretas, não se conteve. 
            Indignada com a atitude do elefante, correu horas e horas atrás da nuvem, suplicando para que ela retornasse sem se importar com os espinhos que iam rasgando-lhe as pernas desnudas.
            - Por favor, Senhora, volte!  Por favor, Senhora, volte!  – repetia sem cessar, enquanto o sangue escorria por suas feridas.
            A Dona das Águas finalmente, parou e disse:
            - Por causa de sua persistência, da sua dor e da sua preocupação com o destino de todas as outras criaturas, eu regressarei.  Graças aos meus poderes, interromperei a seca.
            - Obrigada - agradeceu a ofegante corredora.
            - E, como você se dirigiu a mim de um modo tão respeitoso, receberá de presente o brilho das gotas da chuva, que cairão sobre o seu corpo.  Assim, será uma das aves mais bonitas da Terra.
            Não demorou muito para desabar um temporal, em meio a raios e trovões. 
            A galinha d'angola, toda molhada, ganhou como ornamento os pingos que foram resvalando em suas penas, transformando- a, como fora prometido, em uma das aves mais lindas de toda a África.
            Devido à canseira da galinha-d'angola, suas descendentes ciscam por vários cantos do planeta, agitando a penugem de cor negra, como a pele da maioria dos povos de seu extenso continente. 
            Enquanto exibem as penas salpicadas de pintas brancas as galinhas-d'angola cacarejam como se estivessem expressando, até hoje, o esforço empreendido por sua ancestral:
            _ Tô fraca, tô fraca, tô fraca, tô fraca!
Autor: Rogério Andrade  Barbosa.  In: Outros contos africanos para crianças brasileiras. São Paulo: Editora  Paulinas, 2008. 


            No Brasil, a ave  é conhecida por vários nomes, dependendo da região, sendo chamada de: saqué, guiné, capote, capota, cocá, galinha-do-mato, pintada, angulista, tô fraco (em decorrência do som característico, emitido pelas fêmeas da espécie). Foi introduzida no Brasil  pelos colonizadores  portugueses, que a trouxeram da África, cidade de Angola 

 2) Interpretação de Texto:

a) Onde acontece a história?
b) Qual é o tema central desse conto? 
c)  No Brasil, a ave é conhecida por vários nomes, dependendo da região que vive. Cite dois nomes:
d) Como a galinha d’ Angola chegou ao Brasil? 
e) Um animal espantou a nuvem. Qual foi o animal? 
f) Como a galinha d'Angola convenceu a nuvem a voltar?
g) Por que a nuvem mudou de idéia?

3) Escreva a mensagem deste conto africano para nossa vida:

4) Numere os parágrafos.

5) No penúltimo parágrafo a quem o autor compara:“a penugem de cor negra”
a) (   ) as penas da galinha de Angola  (   ) a pele do povo africano  (   ) a pele do elefante desengonçado

6) Circule no texto seis adjetivos.

7) Retire do texto quatro substantivos comuns:______________________________
8) Ilustre o 7º parágrafo.

A FORMAÇÃO DO POVO BRASILEIRO: IDENTIDADE E DIVERSIDADE CULTURAL/ 5º Ano

1- COMENTÁRIO PARTICIPADO (introdução):

A FORMAÇÃO DO POVO BRASILEIRO: IDENTIDADE E DIVERSIDADE CULTURAL

            Ora, como definir quem realmente somos em meio à diversidade cultural? A questão é: como viemos, enquanto povo e nação ao longo da história, construindo nossa identidade nacional? Mas, será que temos mesmo uma única e autêntica identidade nacional? Somos um povo que surgiu de uma grande confluência! Miscigenados! Ou seja, o povo brasileiro foi formado, a princípio, a partir de uma miscigenação, que foi a mistura de basicamente três “raças”: o índio, o branco e o negro.
            Nosso país é uma “aquarela” de grupos étnicos! Constituída por meio da colonização (século XVI) e depois, pelas imigrações por volta dos séculos XVIII e XIX. Temos então uma pluralidade de identidades, caracterizada pelas diferenças. Por conta dessa variedade de identidades, povos e tradições, os diferentes grupos étnicos fizeram com que ocorresse em nosso país, um processo chamado de etnicidade, ou seja, grupos étnicos lutando e reivindicando algo na sociedade, tanto no âmbito econômico ou político, como ocorre com os índios e os negros. Um exemplo de etnicidade e mobilização é a luta pela igualdade de oportunidades no trabalho e na educação, distribuição de renda, contra a discriminação étnica-racial (racismo), etc., que os negros travam no Brasil.
            Todos os grupos étnicos que imigraram para o Brasil a partir dos séculos XVIII e XIX foram muito importantes no desenvolvimento da nação e ajudaram a dar um colorido especial ao país. O problema é quando “desprezamos” as nossas raízes, as nossas origens, as pessoas que primeiro formaram aquilo que viríamos a ser no futuro: “os brasileiros”.


2- Texto para leitura:

            A história nos conta que o povo brasileiro foi formado a partir de misturas de grupos étnicos (raças).
            O Brasil é um país de grande miscigenação (mistura de povos), ou seja, é um país que tem muitos casamentos entre as várias etnias.
            Tudo começou no século XVI, com a chegada dos brancos, mais precisamente dos portugueses. Com a colonização (pessoas vindo morar no país), misturou-se o sangue dos portugueses com os índios, que já estavam aqui antes do descobrimento do Brasil.
            Mais tarde, os negros foram trazidos da África à força pelos portugueses para trabalharem como escravos no cultivo da cana-de-açúcar.
            Pode-se dizer que a mistura dessas três etnias ou raças deu origem à formação do povo brasileiro: índios, brancos e negros.
            Da mistura desses povos surgiram os mestiços: o mulato, o caboclo e o cafuzo.
            Branco com negro deu origem ao MULATO.
            Índio com Branco deu origem ao CABOCLO.
            Negro com índio deu origem ao CAFUZO.
            Com o passar dos séculos chegaram outros imigrantes (pessoas que vêm de outros países), vindos das mais variadas regiões da Terra.
            Esses outros povos que chegavam se misturavam entre si e também com os povos que aqui já estavam. E essa miscigenação pode ser observada no rosto, no corpo, nos hábitos, nas crenças e nos valores de cada brasileiro. Não somos um povo idêntico, com características semelhantes, pois somos resultado da miscigenação, mistura de várias etnias.
            Por isso, a maioria da população hoje é mestiça. 

ATIVIDADES:

3- Coloque (V) ou (F):
(   ) O povo brasileiro foi formado por mistura de raças.
(  ) O branco já vivia no Brasil e depois vieram os índios.
(  ) Os índios estavam aqui e chegaram os brancos.
(   ) A mistura de brancos e índios deu origem ao mestiço caboclo.
(   ) Depois chegaram os negros.
(   ) A mistura de negros com brancos deu origem ao cafuzo.
(   )Os brancos também se misturaram com os negros dando origem ao mestiço Cafuzo.
(   ) Os índios se misturaram com os negros e deu origem ao mestiço Mulato.

4- Ligue:
branco + índio                                  cafuzo
negro + branco                                 mulato
negro + índio                                    caboclo

5- Brancos – negros – índios. A mistura dessas três etnias deu origem à formação do povo brasileiro que temos hoje. 
(   ) certo       (   ) errado

6- Complete com as palavras: branco – negro – índios.
a- Eles foram os primeiros habitantes do Brasil._______________
b- Eles chegaram e tomaram posse das terras._______________
c- Os índios se misturaram com os _____________ e deram origem ao mestiço caboclo.

d- Os ____________ vieram forçados para trabalharem de escravos no Brasil no lugar dos ___________.

A CONTRIBUIÇÃO DO POVO AFRICANO PARA O BRASIL/ 4º e 5º ANOS

A CONTRIBUIÇÃO DO POVO AFRICANO PARA O BRASIL


            A contribuição dos negros na construção da sociedade brasileira é evidente. É possível notar sua influência desde simples superstições até o modo de viver do brasileiro. O cantar, o dançar, o sentir, o produzir e até mesmo o refletir foram características transmitidas por meio dos negros. Essa grande influência teve início a partir do tráfico negreiro, em que milhões de africanos foram forçados a sair de seu continente de origem para exercer trabalho escravo no Brasil.

            O negro foi considerado mercadoria no Brasil a partir do final do século XVI, quando os colonizadores portugueses começaram a substituir a mão-de-obra indígena pela negra. E partir desse momento, o negro se tornou importante no cenário brasileiro. Ele foi introduzido em todas as áreas de trabalho, como a do artesanato, a agrícola e a doméstica.
            É necessário salientar que o negro não veio sem cultura do seu local de origem. Ao entrar no Brasil ele viu uma realidade totalmente diferente da que vivia, visto que para o colonizador europeu (portugueses), eles eram considerados somente como mão-de-obra, mas o negro no continente africano vivia em tribos, lá ele era príncipe. A diferença cultural das etnias africanas era imensa, ou seja, lá se tinha uma prática cultural diferenciada, dependendo da região à qual pertencia.
            A contribuição do povo africano para a formação brasileira foi importante tanto na composição física da população, quanto na adequação do que viria a ser cultura, isso inclui: a culinária, língua, música, religião, estética, valores sociais e estruturas mentais.


VOCÊ SABIA! A cultura africana hoje tem traços indígenas e europeus. Assim, é possível dizer que essa grande troca cultural vai além de regiões, para se tornar uma cultura única, a cultura brasileira, considerada uma das mais ricas, fazendo do Brasil um país de grande miscigenação cultural e racial.



            Conclui-se, que a histórica do povo africano é rica, e que apesar do sofrimento, e das grandes batalhas por direitos, os negros se tornaram um fator principal na construção do Brasil de hoje. O negro foi e sempre será um dos alicerces dessa nação.
            * Na culinária- Acarajé, mungunzá, quibebe, farofa, vatapá são pratos originalmente usados como comidas de santo, ou seja, comidas que eram oferecidas às divindades religiosas cultuadas pelos negros. Hoje, porém, são dignos representantes da culinária brasileira. O angu, o cuscuz, a pamonha e a feijoada, nascida nas senzalas e feita a partir das sobras de carnes das refeições que alimentavam os senhores; o uso do azeite de dendê, leite de coco, temperos e pimentas; e de panelas de barro e de colheres de pau.           Os traficantes de escravos também trouxeram para o Brasil ingredientes africanos como é o caso da banana, símbolo de brasilidade mundo afora.
            * Na Religião: Os escravos vindos da África trouxeram consigo o candomblé. Proibidos de praticar sua religião, os africanos associaram a cada orixá um ou mais santos católicos, conforme cada religião do Brasil, para exercerem sua religião sem serem perseguidos. Dos orixás de origem africana, se tornaram mais populares os seguintes: oxalá, xangô, yansã, oxún, ogun, oxósse, omolu, yemanjá, e exu. Na tentativa de catequizar os negros, os europeus promoveram uma grande mistura que resultou nas hoje chamadas de religiões afro-brasileiras, como a Umbanda e o Candomblé, fruto da inter-relação de culturas. 
            * Na dança
Coco- também denominado “bambelô”, é muito dançando da região praiana do Nordeste, sobretudo Alagoas. É uma dança de roda, cuja coreografia é mais um sapateado, acompanhado de plantas.
Frevo: teve origem na capoeira, cujos movimentos foram estilizados para evitar a repressão policial. O nome vem da ideia de fervura (pronunciada incorretamente como “frevura”). É uma dança coletiva, executada com uma sombrinha, que seve para manter o equilíbrio e embelezar esta dança. Atualmente, é símbolo do carnaval pernambucano.
Capoeira: trazida pelos negros de Angola, inicialmente, não era praticada como luta, mas como dança religiosa. O capoeirista era considerado um marginal, um delinquente. O Decreto-lei 487 acabou temporariamente com a capoeira, mas os negros resistiram até a sua legalização. E em 15 de julho de 2008 a capoeira foi reconhecida como Patrimônio Cultural Brasileiro e registrada como Bem Cultural de Natureza Imaterial, podendo ser exercida.
Samba: O Semba de origem angolana foi quem deu origem ao Samba Brasileiro. Suas variações:
Samba rock, Samba jazz, Samba de gafieira, Samba choro, Samba enredo, Samba canção, Samba carnavalesco e outros.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

PROJETO SOBRE A CULTURA AFRO E INDÍGENA/ 4ºANO

Tema III Trimestre: Cultura e Identidade: respeito às diferenças 
Lema: Uma vez palotino, sempre palotino!

Projeto- A cultura afro e indígena: respeito às diferenças

I-                   INTRODUÇÃO:

             Algumas atitudes dentro do contexto escolar vem influenciando negativamente no aprendizado e na construção da autoestima dos alunos. O racismo por exemplo é uma delas. A partir desta temática o presente projeto aborda a necessidade de desenvolver atividades em sala de aula que proporcione aos alunos momentos de reflexão a respeito de suas atitudes. Sabemos que é dever da escola apresentar estratégias educacionais para formar cidadãos capazes de respeitar as diversas etnias.
             Nós educadores entendemos que é papel da escola desenvolver uma educação voltada para valores humanos, pois os mesmos devem estar presentes nas relações cotidianas da instituição. Segundo BRAGA e SILVEIRA, este estudo tem a finalidade de oportunizarmos uma melhor convivência social na escola, na família e na comunidade, ressaltamos a importância do trabalho coletivo no processo de construção do conhecimento, rumo a um desenvolvimento social, baseado na justiça e no respeito mútuo.

II-OBJETIVO GERAL: 
            Formar cidadãos conscientes, sensibilizando-os, através da valorização e respeito à diversidade racial e cultural.
           
III-OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
·         Valorizar a vida e a dignidade humana;
·         Compreender a diversidade, valorizando e respeitando as diferentes etnias;
·         Resgatar e construir valores vivenciando-os no cotidiano;
·         Despertar a espiritualidade e o carisma Palotino;
·     Perceber e vivenciar dons de Deus presentes na natureza, nas relações pessoais, grupais e sociais;
·        Desenvolver competências relacionadas à compreensão oral, escrita e raciocínio lógico matemático;
·         Conhecer e utilizar diferentes formas de expressão, através da oralidade;
·         Reconhecer e valorizar a diversas culturas;
·         Desenvolver aspectos necessários à saúde e bem-estar;

              Estes objetivos devem ser abordados dentro dos conteúdos favorecendo um trabalho interdisciplinar. Os valores a serem trabalhados deverão perpassar as diferentes áreas do conhecimento.

IV-METODOLOGIA:

            A cultura afro e indígena será articulada com a prática social e aos conteúdos específicos das disciplinas, através deste projeto interdisciplinar, numa interação de linguagem corporal, escrita, audiovisual e oral, integrando várias práticas discursivas, mobilizando diversos meios para aprendizagem significativa.

Língua Portuguesa: Estudo da vida e obras a partir da leitura sobre a cultura do povo africano e indígena. Produção textual, leitura e interpretação de contos africanos e lendas indígenas, ortografia, gramática, verbos (infinitivo e conjugações), pronomes e preposição.
Hora do Conto:
Livros- As panquecas de Mama Panya-
O Colecionador de Pedras- Prista Agustoni
História e Geografia: Situação do índio e do negro antigamente, a participação e contribuições do povo africano e dos índios na cultura, no social e na economia do Brasil. Ingresso da cultura afro- brasileira e a importância dos índios no país.
Artes: Influência da cultura afro no Brasil nos ritmos musicais; a construção da culinária ao longo do tempo(receita-panquecas); releitura de obras africanas; arte indígena.
HORA DO CONTO AFRICANO: AS PANQUECAS DE MAMA PANYA

Matemática: Construção de gráficos e tabelas. Histórias matemáticas, jogos da cultura afro e indígena. Geometria, fração, sistema monetário e expressões numéricas.
Educação Física: A dança é uma forma de manifestação cultural de uma sociedade e se desenvolve a partir de movimentos e ritmos diversos. Assim, nas aulas de Educação Física, destaca-se a capoeira e o axé favorecendo a prática, vivenciando, valorizando e apreciando a identidade afro-brasileira, africana e a indígena (músicas). Brincadeiras africanas e indígenas.

Ciências: Analisando as condições sócio ambientais do povo indígena, a relação entre os seres vivos e os ecossistemas, melanina(pesquisa- pigmento que dá cor escura a pele), alimentação saudável e sustentabilidade.
Ens. Religioso: Estudo das relações sociais, respeito ao outro, valorizar a vida e praticar valores Palotinos.
V- CULMINÂNCIA:
            Divulgar as produções, através do III Ensaio Cientifico, contendo os trabalhos realizados pelos alunos. 
VI-AVALIAÇÃO:
             A avaliação será qualitativa no decorrer do desenvolvimento do projeto, observando a participação, desempenho e desenvolvimento de cada aluno, bem como a o empenho do grupo. O interesse dos alunos e famílias em conhecer diferentes etnias que fazem parte da história do nosso país.

VII- CONSIDERAÇÕES FINAIS:
            Os trabalhos serão apresentados sob forma de pesquisas, cartazes, painéis, mapas, leituras diversas, encenações. A comunidade escolar será convidada a atuar na apresentação dos trabalhos em alguns momentos. Com este projeto, pretende-se a integração dos alunos para ter maior sensibilidade em relação aos problemas discriminatórios enfrentados pelos negros e indígenas; a visualização, por parte da comunidade escolar, de que nossos alunos são capazes de construir os seus conhecimentos através de temas importantes como este abordado neste projeto. 
VIII- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
ADORNO, T. W. Educação e Emancipação. São Paulo, Paz e Terra, 1995.

BRAGA, Maria Lucia; SILVEIRA, Maria Helena. 2007. O programa diversidade na universidade e a construção de uma política educacional anti-racista. Brasília : SECAD/UNESCO.

BRASIL. Presidência da República. Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”, e dá outras providências.

MACHADO, Maria Ana. Menina bonita do laço de fita. 7º edição; São Paulo: Ática, 2001.

ANEXOS:
FILMES:
. Mãos Talentosas
A história comovente de superação de um menino pobre, negro e discriminado que pela fé e perseverança, se torna um neurocirurgião renomado e respeitado.

. Ganga Zumba
Direção: Carlos Diegues. Nacionalidade: BRA – 1963. Duração: 100 min.
A vida do escravo que fugiu de um engenho nordestino no século XVII e ajudou a fundar o Quilombo dos Palmares, tornando-se o seu primeiro grande líder. 
A Lei 10.639/03 torna obrigatório o ensino da história africana, afro-brasileira e indígena. Esta lei é sem dúvida um grande avanço e de enorme importância. A história da África deve ser ensinada com a mesma frequência e aprofundamento que é dado ao ensino da história européia, pois ambas são de igual importância para se compreender não só a história do Brasil, mas a história geral.

Profª Carla Passos

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

II ENSAIO CIENTIFICO - 3º ANO

     BISCOITO INSPIRAÇÃO

Ingredientes: 500 gramas de amido de milho, 200 gramas de manteiga, lata de leite condensado.


Modo de fazer: misturar tudo até formar uma massa uniforme. Enrolar com as mãos e dar uma leve achatada. Levar ao forno em forma com papel manteiga por aproximadamente 40 minutos ou até que esteja douradinho por baixo.   
*Trabalho para reforçar a higienização antes de preparar os alimentos e Sistema de Medidas (Massa, Capacidade e Tempo). 





Profª Marizane Moraes/ 3º Ano

DIA DA FAMÍLIA NA ESCOLA

DIA DA FAMÍLIA NA ESCOLA- 16/05
OFICINAS- todos devem estar em alguma atividade-providenciar materiais e organizar o espaço.
OFICINAS
RESPONSÁVEIS
Todos/quadra- Alongamento/ginástica

Profª Cinara(convidada)
1- Abayomi

Mara-

2-Alimentação Alternativa


Joseane(convidada)
3-Leitura

 Leila- Cléia
4- Embeleze (cabelo, manicure)

Kelle- manicure
prima Cléia- cabelos

5- Dança

Profª Cinara

6- Automaquiagem- NATURA

Consultora da Natura(convidada)

7- Artesanato

Elisa(convidada)


OUTRAS ATIVIDADES:
ATIVIDADES
RESPONSÁVEIS
1-Brincadeiras/alunos
 Reconhecer a mãe(pai ou avós)- venda nos olhos


2- Enfermagem/pressão

Alunas do Curso Técnico de Enfermagem- Colégio Fátima(convidados)

CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES
1) Abertura- Diretora
2) O dia da família é uma data internacionalmente conhecida, comemorada em 15 de maio, desde 1994.
            A família e a escola formam uma equipe. É fundamental que ambas sigam os mesmos princípios e critérios, bem como a mesma direção em relação aos objetivos que desejam atingir.                 Portanto, família e educadores necessitam serem grandes e fiéis companheiros nessa nobre caminhada da formação educacional do ser humano. 
         Pensando nisto a Escola Vicente Pallotti preparou este dia especial para reforçarmos nossa missão: educar para um futuro melhor... Preparou várias atividades, através de oficinas...
TODOS: * Aquecimento/ ginástica            Oficinas- em grupos