quarta-feira, 8 de maio de 2013

CARTÃO ViP: DIA DAS MÃES/ ARTES...

       Os alunos dos Anos finais, confeccionaram lindos cartões para homenagear as mães. O material utilizado foi papel de desenho, tesoura, pincel atômico e muita criatividade dos alunos. O trabalho foi orientado pela Professora de Artes, Mara Beatriz Nascimento, usando o formato das mãos e no centro um coração vazado. Parabéns, ficaram lindos!!!

sábado, 4 de maio de 2013

FEIRA DO LIVRO E CIDADANIA: AULA DE HISTÓRIA/ ANOS FINAIS...

  *** Leitura e reflexão sobre outras Feiras do Livro...  
                   
O que as Feiras do Livro têm a ver com a Cidadania?

Em sua décima edição, a Feira do Livro está consolidada como o mais importante setor do segmento em Santa Catarina. A avaliação é de Sueli Brandão, criadora do evento e desde então sua organizadora, ao comentar os resultados alcançados e projetar a próxima edição.
Segundo a presidente do Instituto de Cultura, Educação, Esporte e Turismo, o objetivo alcançou todos os objetivos. “Mais do que um espaço de comercialização de livros, estamos felizes porque a feira se consagra a cada ano no seu papel de aproximar leitores e escritores para a construção da cidadania. Este tem sido nosso propósito desde o início, associando ao ato da leitura em si a perspectiva de estimular o pensamento crítico, considerando que cidadãos melhor preparados culturalmente e politicamente maduros podem compreender o mundo e promover as transformações sociais necessárias ao seu desenvolvimento”, afirma orgulhosa, Sueli.
Ela entende que esta condição assume importância quando se percebe que o Brasil vem demonstrando uma evolução lenta, embora persistente, de erradicação do analfabetismo – um problema ainda persistente no País que impede a plena inserção de milhares de pessoas à sociedade. Mudar este cenário, apresentado pelos baixos desempenhos relacionados à leitura e à escrita é desafio do Estado, mas também de educadores, de intelectuais e da família. São índices relacionados com problemas estruturais da escola desde o ensino fundamental ao ensino básico, passam pelas condições de trabalho e de capacitação de professores, da inexistência ou má situação de espaços como bibliotecas sem atualização de acervos, e da carência de bons mediadores de leitura com atuação junto às famílias e à comunidade em geral.
Acredita que o déficit brasileiro na área da leitura, acumulado desde os tempos coloniais, implica, para sua extinção num trabalho conjunto de todas as esferas que compõem a sociedade. Suas instituições mais diretamente envolvidas com a formação de leitores, como as escolas e as universidades, somadas aos núcleos familiares e comunitários, que podem dar o exemplo da importância da leitura. Também estão incluídos nessa responsabilidade os meios midiáticos de comunicação e difusão, bem como todo o circuito do livro (autores, editoras, ilustradores, divulgadores, críticos, livreiros). Grande também é a responsabilidade de empresários de todas as áreas de produção, não apenas os da área cultural, porque a leitura é fator decisivo para a capacitação de bons profissionais, dotados de conhecimento para fazer e idéias para criar e modificar para melhores produtos e serviços.
“É fato também de que há bons exemplos e iniciativas em diversas regiões, mas que necessitam ser estimuladas e apoiadas. Nossa produção editorial é qualificada e prêmios nacionais e internacionais valorizam nossos escritores e criadores. Algumas iniciativas dos governos municipais, estaduais e federal, em forma de leis, planos e subsídios têm criado um lastro para que a leitura, que leva diretamente à consciência e atuações de cidadania, cresça e se dissemine no País”.
Nesta perspectiva, aponta a idealizadora da Feira do Livro de Joinville, o projeto vem cumprindo seu papel e dando a oportunidade para que crianças, jovens e adultos tenham acesso ao objeto indispensável para o estado de serem leitores: textos nos mais diferentes gêneros, no incentivo inicial ou como leitores habituais. “Mais uma vez procuramos oferecer a possibilidade de, além de proporcionar o acesso aos livros, dar sua contribuição para que se aperfeiçoe a formação dos mediadores de leitura, contribua com educadores, professores e bibliotecários, pois sua atuação competente poderá melhorar a formação de leitores e abrir para eles as portas do conhecimento e da imaginação, para que, tornados leitores, possam usufruir da liberdade de pensamento, condição indispensável para a cidadania plena”.
Texto de Jornal

Pesquisa e adaptação do texto: Profª Letícia Shio e Profª Artêmia Rigão
Atividades em outra postagem.

ORIGEM HISTÓRICA DA FEIRA DO LIVRO DE SANTA MARIA: TRABALHO INTERDISCIPLINAR ANOS FINAIS...

***Texto com imagens- Power Point: Português.

“QUEM NÃO LÊ, MAL OUVE, MAL SENTE, MAL VÊ, MAL FALA”. Monteiro Lobato

O ano de 2010 marcou uma nova fase para a já tradicional Feira do Livro de Santa Maria. A Prefeitura Municipal firmouconvênio com a Comissão Organizadora para a liberação de R$ 110 mil. O apoio para a realização do evento veio em forma de recursos financeiros, garantindo, assim, a programação integral do evento. Mas nem sempre os recursos foram fartos. Os primeiros organizadores, acadêmicos da UFSM, precisaram trabalhar duro para realizar as edições iniciais.
Uma ideia…
Na manhã do dia 26 de maio de 1973, a Praça Saldanha Marinho foi palco de uma movimentação cultural. Acadêmicos do curso de Comunicação Social (Facos) da UFSM levaram livros para o local. E foi assim que eles determinaram rumos da área cultural da cidade de Santa Maria que se refletem ainda hoje.
Dez anos antes, o então prefeito Miguel Sevi Viero sancionou a lei nº 1133/63 que oficializava a Feira do Livro de Santa Maria a ser realizada durante dez dias na Praça Saldanha Marinho. Porém, até 1973, haviam sido poucas as tentativas de se instalar um espaço destinado à promoção cultural na cidade e isso inquietava os alunos.
“A gente se questionava muito na aula sobre as poucas opções de leitura que tinham em Santa Maria. Nós estávamos na época da ditadura e a gente realmente não tinha uma grande oferta de obras”, explica Walter Oppermann, integrante da primeira turma de Comunicação Social da UFSM. A partir desses questionamentos, os acadêmicos da Facos tiveram a ideia de realizar em Santa Maria um evento em praça pública aos moldes do que acontecia em Porto Alegre – cidade que mantém uma Feira do Livro desde o ano de 1955. Assim, a primeira Feira Universitária do Livro foi realizada na Saldanha Marinho, em 1973. Como destaca um jornal da época, “é a cultura, pela mão dos jovens, que está indo ao encontro do povo”.
…muito trabalho…
No primeiro ano, o trabalho foi intenso e exigiu bastante esforço dos organizadores. Apesar do apoio da UFSM e da Prefeitura Municipal, eram os estudantes que realizavam visitas às distribuidoras de livros e que se encarregavam de realizar a venda dos livros na praça. Com as poucas livrarias existentes na cidade, alguns alunos viajavam até Porto Alegre para fazer acordos com editoras e livrarias da capital, que disponibilizavam um número grande de variadas obras. Além disso, os organizadores aproveitaram as viagens para a capital gaúcha para realizar a divulgação do evento.
Era trabalho dos alunos, também, selecionar e catalogar os exemplares que seriam vendidos. Essa atividade era realizada durante as madrugadas anteriores à abertura diária da feira. Cada dupla envolvida ficava responsável por cuidar o movimento de uma banca e atender o público. Esses mesmos alunos, em todos os dias de atividade de feira, buscavam os livros em determinados locais, pois esses não podiam permanecer no local de venda. “A gente carregava braçadas de livros e era o pessoal do Clube Comercial que nos emprestava uma sala, no porão, para guardarmos os livros durante a noite. Então, todos os dias, a gente ia ao porão do clube, recolhia os livros, levava para a praça, e organizava banquinha por banquinha”, relata Aurea Evelise Fonseca, integrante da turma responsável pela feira de 1978. Apesar do trabalho árduo no desenvolvimento da feira, os alunos não recebiam por isso. “Era um movimento totalmente pessoal, sem a visão de lucro. A turma assumia esse compromisso e tinha escala de trabalho”, continua Aurea. Os livros, inclusive, eram vendidos com desconto.

Foto: Arquivo Orozimbo Ramos Penna
O trabalho durou alguns anos. Tornou-se tradição, no curso de Comunicação Social, a organização da feira pelos estudantes do segundo ano de cada turma. Assim, os alunos da Facos tinham o compromisso de levar os livros para a praça. Apesar de o movimento cultural ser realizado em um local público no período de ditadura civil-militar, diversas obras que não circulavam normalmente no mercado – principalmente as de teor político – chegaram às mãos dos santa-marienses. Livros como O Capital de Karl Marx foram vendidos durante o evento. “Era meio camuflado, mas nem tanto, porque a gente estava em praça pública. A prefeitura emprestava as barracas e a gente vendia os livros que não eram bem-vindos pela ditadura”, relembra Aurea.
…e alguns empecilhos
Nem o período político, nem o intenso trabalho barraram o esforço dos alunos. Foram outros os motivos que dificultaram a realização da Feira do Livro em alguns anos. A mesma prefeitura que auxiliava, em alguns momentos, na realização da feira, foi alvo de críticas, tais como: “incapaz e desrespeitosa quanto à cultura”, segundo reportagem do jornal A Razão, do ano de 1980. Naquele ano, o tradicional empréstimo dos estandes foi suspenso sem aviso prévio aos acadêmicos, e, além disso, a prefeitura não enviou o transporte prometido aos alunos. Os atritos foram um dos impasses responsáveis pela não-realização da Feira do Livro no ano seguinte. Assim, o evento só foi retomado em 1982, quando a UFSM assumiu as despesas.
A estrutura inicial, se comparada com a das edições atuais, era bem menor. A feira contava com poucos estandes, o que delimitava a sua abrangência. Além de serem poucos, os estandes não tinham a estrutura ideal. “Eu já olhei muitas feiras depois daquele dia, e acho que agora o pessoal da feira está mais beneficiado. Tanto os que vão comprar quanto os que vão vender, porque hoje, por exemplo, a chuva não pega”, compara Orozimbo Penna, jornalista formado pela segunda turma de comunicação que acompanhou diversas edições como fotógrafo da UFSM.
Apesar de não visar ao lucro, os alunos comparavam os resultados de vendas de um ano para o outro. A partir dessas avaliações, constatavam vendas menores em alguns anos e atribuíam isso a dois fatores: baixo poder aquisitivo da maioria da população e o próprio nível cultural de Santa Maria. E era essa realmente a força motriz da realização da feira na cidade, como diz Walter Oppermann: “o maior objetivo realmente era proporcionar melhor leitura para a comunidade de Santa Maria”.
A falta de auxílio na organização da feira, em algumas edições, levou ao desinteresse de algumas turmas em realizar o evento. Assim, no começo da década de 1990, a feira teve suas atividades suspensas.
Os livros voltam para a praça
A feira retomou suas atividades quando a integrante da primeira turma da Facos, Eugênia Maria Mariano da Rocha Barrichello (patrona da Feira deste ano), voltou ao curso, dessa vez como professora. Em 1995, Eugênia impulsionou os alunos a participarem novamente da organização do evento que já era marco na cidade. Nesse ano, a Feira do Livro se configurou com o apoio da prefeitura Municipal, Serviço Social da Indústria (SESI), Oitava Delegacia de Educação, Cooperativa dos Estudantes de Santa Maria (CESMA) e Editora da UFSM. Essa edição da feira contou com a escolha de um patrono, tradição que se estende até os dias atuais. O primeiro patrono foi José Mariano da Rocha, fundador da UFSM.

Comissão organizadora com o Mariano da Rocha (22/05/1973). Foto: Departamento de Arquivo Geral da UFSM
A participação dos alunos de Comunicação Social diminuiu ao longo dos anos, uma vez que as demandas da feira aumentaram. Dessa forma, coube à Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Cultura, a organização. Atualmente, o único vínculo do curso da UFSM com o evento se dá através dos acadêmicos de Publicidade e Propaganda, responsáveis pela campanha publicitária do evento.
Com o passar dos anos, apesar dos impasses, a Feira do Livro de Santa Maria cresceu e tornou-se um dos maiores eventos culturais do município. Segundo Aurea Evelise Fonseca, que hoje faz parte da equipe de assessoria de imprensa do evento, atualmente a feira se consagra pelo seu “caráter interdisciplinar, multicultural, que envolve teatro, música, eventos, palestras, divulgação diversa, oportunidades de divulgação, tem praça de alimentação. Quer dizer, as pessoas não vão lá só para comprar livros, as pessoas vão lá para se servir de cultura, de várias formas”.
O agradecimento àqueles primeiros organizadores veio em 1999 com uma homenagem no evento. A “promoção altamente louvável” – como adjetiva uma edição de 1973 do jornal A Razão – dos acadêmicos de Comunicação Social alcançou seu objetivo, criando um espaço cultural na cidade.
*Lara e Mariana- jornalistas formadas pela Universidade Federal de Santa Maria.

Pesquisa e elaboração: Profª Letícia Shio e Profª Artêmia Rigão
Montagem Power Point: Profª Janete Marion
Continuidade do trabalho sobre a Feira do Livro e a importância da leitura- Power Point
Elaboração e montagem- Professoras AF
***Trabalho interdisciplinar – Feira do Livro Santa Maria

- Em que ano aconteceu a primeira Feira do Livro de Santa Maria? Quem foram os organizadores?



- Quem foi o primeiro patrono da Feira? Em que edição da feira?



- Quem é a patrona da Feira do Livro de Santa Maria edição 2013?



- Quem é o autor das seguintes frases: “Um país se faz com homens e livros” e “Quem mal lê, mal ouve, mal fala, mal vê”? 



- Qual a relação da Feira do Livro com a construção da Cidadania?

FEIRA DO LIVRO DE SANTA MARIA: TRABALHO DE GEOGRAFIA- ANOS FINAIS...

Trabalho interdisciplinar
Feira Livre do Livro: Santa Maria
NOME:_______________                   ANO:___

- Data da realização:_____/_____/_______

- Componentes da paisagem durante o trajeto:
(  ) Carros (  )Pessoas (  )Ônibus (  )Pobreza (  )Riqueza
(  ) Animais (  ) Plantações (  ) Lojas   (  )Serviços (  ) Lixo
(  ) Poluição (  ) Vegetação

- Condições do tempo no dia da aula passeio:


- Localização:


- Estrutura da feira (como é organizada):



- Área que ocupa: Grande (  )
                                Média (  )
                                Pequena (  )

- Espaço em que acontece: Ginásio (  )
                                              Shopping (  )
                                              Rua (  )
                                              Praça (  )

- Diversidade das mercadorias:

  
- Faixa etária (idade aproximada) da população que frequenta a feira:


- Contribuição social, econômica e cultural para a cidade:


Profª Graziela Marafiga Klaus

"BRECHÓLLOTTI" : BRECHÓ NA ESCOLA...

Sábado à tarde, muitas mães e alunos (as) estavam aguardando, para entrar na sala, onde estávamos com o “Brechóllotti”. O Brechó promovido pela escola teve como objetivo, arrecadar fundos para a viagem de estudos, dos alunos do 9º Ano. Além disso, outro objetivo era disponibilizar peças boas, com preços baixos. Todos os itens do brechó, que incluíam sapatos, bolsas, roupas, bijuterias, brinquedos e objetos de decoração, tinham preços variados de R$ 0,50 à R$ 5,00, os usados e R$ 10,00, os novos.


Agradecemos as doações dos professores e outras pessoas que abraçaram esta causa, junto conosco,  pela educação, bem como, a participação da comunidade do Bairro Renascença.
Aguardem o próximo “Brechóllotti”!

ViP NA FEIRA DO LIVRO- 2013...

A Escola E.F. Vicente Pallotti esteve, neste sábado(04/05), na Feira do Livro. Esta visita foi inserida antecipadamente no projeto das turmas, tendo em vista que neste ano, o foco maior está na leitura, escrita e produção.
Os professores planejaram atividades interdisciplinares sobre a origem da Feira do Livro, histórico e outras curiosidades, as quais possibilitarão introduzir conteúdos novos, incentivando a leitura, pesquisa e produção textual.

Muitas foram as melhorias que foram sendo conquistadas nos últimos anos, como a ampliação do espaço infantil, a criação do espaço para autógrafos e o “Livro Livre”, debates noturnos, que este ano terá como atrações nomes como o de Humberto Gessinger, vocalista da Banda Engenheiros do Hawaii, com cinco livros publicados; o poeta e escritor Mário Pirata; a jornalista e repórter da TV Globo, Sônia Bridi, bem como Francisco José, Beatriz Franco e Michelle Loreto e o escritor e cronista Fabrício Carpinejar, entre outros.

A feira deste ano já superou a marca de lançamentos da edição de 2012. Foram contabilizados 117 lançamentos e mais de 300 autores inscritos, de Santa Maria, Porto Alegre, de municípios do interior do Rio Grande do Sul, como Caçapava e Santiago, e de outros estados. No ano passado foram 112 publicações apresentadas ao público e 54.190 exemplares vendidos.
Entre os lançamentos, escritores locais mesclam-se com nomes consagrados da literatura estadual e nacional. Este é o caso da escritora Monica Buonfiglio, conhecida por livros esotéricos e que falam sobre anjos. Mônica irá lançar em Santa Maria sua mais recente obra, “Maria, a Judia Alquimista”.
Fonte: http://www.santamaria.rs.gov.br/cultura/noticias/6427-feira-do-livro-2013-tera-mais-de-100-lancamentos-de-autores-locais-e-escritores-nacionais
Adaptação: Profª Janete Motta

Patrona e homenageados da Feira do Livro 2013
Patrona: Eugênia Maria Mariano da Rocha Barichello
Professora doutora/pesquisadora da UFSM, execrce suas funções na Faculdade de Comunicação Social. A professora é autora de cinco livros e uma das integrantes da equipe que deu origem ao atual formato da Feira do Livro em 1973

Professora Homenageada: Amanda Eloina Scherer
A Educadora homenageada 2013 é professora doutora da UFSM, pesquisadora da área de Linguística. Amanda Eloína Scherer tem experiência na área de Linguística, com ênfase em Análise do Discurso.

Homenagem Póstuma: Antonio Isaia
Pesquisador, escritor e desenhista. Por sete décadas desenvolveu seus desenhos a bico-de-pena representando personagens nascidos na cidade, ou que deixaram um legado importante no período em que passaram por ela. Seus desenhos são reproduzidos em livros, cartões-postais e quadros, fixando imagens do cotidiano da cidade desde os seus primórdios

sexta-feira, 3 de maio de 2013

HOMENAGEM ÀS MÃES: CHÁLLOTTI...

*** Cada aluno, da Ed. Infantil e Anos Iniciais, poderá convidar UM familiar para participar desta homenagem às mães.